O Mapa do Whisky é muito mais do que uma loja, é um verdadeiro ponto de encontro para apaixonados por whisky no Brasil. Nosso objetivo é levar conhecimento, experiências e produtos exclusivos para quem aprecia a "água da vida", seja você um iniciante ou um conhecedor experiente.
O que oferece?
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Se você vive o whisky com intensidade e quer fazer parte dessa comunidade, o Mapa do Whisky é o seu lugar!
Johnnie Walker Red Label: Conhecido por seu preço acessível, é o whisky mais vendido no Brasil.
Johnnie Walker Black Label: Reconhecido por sua qualidade superior e sabor mais complexo, é uma escolha popular entre os apreciadores.
Ballantine's Finest: Um blended whisky escocês apreciado por seu perfil suave e equilibrado.
Chivas Regal 12 Anos: Conhecido por suas notas de mel e frutas, é um dos favoritos no mercado brasileiro.
Old Parr 12 Anos: Este blended whisky escocês se destaca por seu sabor suave e complexo.
Jameson Irish Whiskey: O whisky irlandês mais vendido no mundo, conhecido por suas características únicas.
Passport Scotch: Um blended whisky escocês acessível e popular, conhecido por seu perfil leve e suave.
Black & White: Este blended whisky escocês é conhecido por seu sabor suave e preço acessível.
Johnnie Walker Double Black: Uma versão mais intensa do Black Label, com notas defumadas e robustas.
Pulando a parte da Grécia antiga, China e Egito, onde já há muito tempo praticava-se a arte de destilar o álcool, vamos considerar a época em que os Celtas faziam o mesmo, mas com intuito de consumo. Esta prática era comum nos mosteiros e foi herdada dos mouros.
Para a fabricação do whisky precisamos dos elementos que formam a trindade da bebida. São eles: um grão (cevada, milho, centeio, trigo), uma boa fonte de água pura e o fermento. A combinação destes 3 elementos é responsável pela criação da bebida mais perfeita inventada pelo homem, o Whisky!
Nesta etapa, a germinação artificial da cevada é feita em um período de aproximadamente seis dias. Com a água simula-se o processo de germinação natural que ocorre apenas na primavera. Na sequência é feito o processo de secagem através do ar quente e/ou da fumaça da turfa. A maltagem é o processo onde ocorre a liberação de enzimas que permite a transformação dos amidos da cevada em açúcares fermentáveis, convertendo-os em álcool.
Depois de secar a cevada maltada, ela é moída na consistência de uma farinha misturada às cascas dos grãos. Esta mistura é mergulhada em um tonel de maceração e assim o açúcar é separado dos sólidos, criando-se o mosto para fermentação.
Misturada nos tonéis de fermentação, que podem ser de madeira ou aço inox, a levedura tem a função de dar origem ao álcool. Multiplicando-se rapidamente, há um grande consumo de oxigênio e ocorre a produção de gás carbônico. O açúcar do mosto é consumido, levando à produção do álcool. Em média, esse processo pode levar 48 horas, e em alguns casos até 70 horas.
Os alambiques, feitos de cobre, são excelentes condutores de calor e se moldam de forma muito mais fácil. O cobre tem um papel fundamental no processo de destilação. Quanto maior o contato do destilado com este metal, maior a redução de compostos de enxofre. Quanto mais alto o alambique, maior a probabilidade de criar um espírito leve.
Existem mais de 600 espécies de carvalhos do género Quercus, aos quais a maturação do whisky deve tudo. Sem envelhecer em barris de carvalho, o whisky permaneceria água ardente, desprovido das notas tostadas de caramelo, nozes ou baunilha. É simples: sem o carvalho não existiria o whisky como o conhecemos hoje.
Quercus alba: Também conhecido como carvalho branco ou carvalho americano, domina a indústria do whisky graças ao uso obrigatório de novos barris de carvalho carbonizados para o envelhecimento do bourbon.
Quercus Robur: Também conhecido como carvalho pedunculado ou carvalho europeu. É proeminente graças ao seu uso na indústria de xerez da Espanha e nos barris de xerez altamente valorizados para o amadurecimento do Scotch Whisky.
Quercus mongólica (Mizunara): O carvalho mongol é mais conhecido pelos amantes de uísque como carvalho mizunara. Esta árvore é a única que leva de 200 a 500 anos para ser cultivada para a fabricação de barris. Dada a sua raridade e custo, o carvalho mizunara é uma assinatura do whisky japonês, com um final longo e picante e notas de sabor como sândalo, especiarias e incenso.